O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele no Brasil, conhecido por se desenvolver lentamente nas células basais da epiderme. Recentemente diagnosticado na modelo de Blumenau Mariana Weickert, esse tipo de tumor destaca a importância do cuidado constante com a pele para evitar complicações.
O que é carcinoma basocelular?
O carcinoma basocelular (CBC) surge nas células localizadas na camada mais profunda da pele, a epiderme. Apesar de crescer devagar e ser considerado menos agressivo que outros tipos, como o melanoma, ainda representa um câncer real que pode danificar tecidos vizinhos se não tratado a tempo. A boa notícia é que o CBC raramente se espalha para outras partes do corpo, o que garante altas chances de cura, principalmente quando detectado cedo.
Sinais que merecem atenção
Indivíduos devem observar mudanças na pele, pois o carcinoma basocelular pode se manifestar de várias formas:
- Feridas que não cicatrizam;
- Pequenas lesões brilhantes, semelhantes a uma espinha persistente;
- Manchas avermelhadas que descamam;
- Lesões que sangram com facilidade.
Por não causarem dor na maioria dos casos, essas alterações costumam ser negligenciadas por meses, atrasando o diagnóstico.

Quem está em risco?
A exposição solar excessiva e sem proteção é a principal causa do carcinoma basocelular. No Brasil, a incidência é maior devido à alta radiação ultravioleta natural do país. Pessoas com pele clara, idade acima de 40 anos e histórico familiar de câncer de pele têm maior probabilidade de desenvolver a doença. Mariana Weickert compartilhou que, apesar de cuidar frequentemente da estética da pele com dermatologistas, não realizava acompanhamentos preventivos, um erro comum que pode atrasar a detecção.
Prevenção é o melhor caminho
A prevenção do CBC exige cuidados diários, como:
- Uso de protetor solar com reaplicação a cada duas horas;
- Evitar exposição ao sol nos horários de pico, entre 10h e 16h;
- Consultas regulares com dermatologistas para avaliação da pele;
- Observação contínua de pintas, manchas ou qualquer alteração na pele.
Esses hábitos podem reduzir significativamente os riscos e melhorar a detecção precoce de lesões suspeitas.
Tratamento eficaz e acompanhamento médico
O tratamento varia conforme o tamanho e profundidade do tumor. Cirurgia para remoção, curetagem, laser ou crioterapia estão entre as opções frequentes recomendadas. O mais importante é o acompanhamento médico adequado para garantir que o câncer seja controlado e evitar complicações futuras.
Mariana já iniciou seu tratamento e usou sua experiência para alertar os seguidores sobre a necessidade de atenção diária com a pele. Ela reforçou: “Se meu susto servir para alguém se prevenir, já valeu.”
Cuidar da saúde da pele não deve ser uma preocupação apenas estética, e sim uma proteção fundamental para a vida.





