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“Serial Killer da Rotatória” foge de presídio máximo no Tocantins e continua foragido

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Renan Barros da Silva, conhecido como “Serial Killer da Rotatória”, escapou de uma prisão de segurança máxima no Tocantins e segue solto, gerando alerta em várias regiões. Condenado a 72 anos por uma série de assassinatos brutais, ele serrrou as grades de sua cela e usou uma corda improvisada para fugir. Junto com ele, outro preso perigoso também está foragido. Você já parou para pensar como alguém classificado de alta periculosidade consegue burlar sistemas de segurança tão rigorosos?

Este caso levanta questões sobre falhas no sistema prisional e mobiliza forças policiais em buscas intensas. Vamos detalhar o que se sabe até o momento, com base em informações oficiais da Secretaria da Cidadania e Justiça do Tocantins (Seciju) e reportagens de veículos como NSC Total, G1 e CNN.

Como aconteceu a fuga na Unidade de Tratamento Penal de Cariri

A evasão ocorreu na noite de quinta-feira, 25 de dezembro, na Unidade de Tratamento Penal de Cariri, no sul do Tocantins. Renan Barros da Silva, 26 anos, e Gildásio Silva Assunção, 47 anos, estavam em uma cela isolada por motivos disciplinares, após transferência recente de pavilhão.

De acordo com a nota oficial da Seciju, os detentos serraram as grades da cela – ainda em investigação como os materiais entraram no local. Eles acessaram uma janela, improvisaram uma corda com lençóis e escalaram o muro externo. A falha só foi notada na manhã de sexta-feira, 26, durante a contagem rotineira de presos. Isso atrasou a reação inicial, mas polícias Civil e Militar foram acionadas imediatamente.

A pasta reforçou a segurança na unidade e abriu um procedimento administrativo para apurar responsabilidades. Na prática, isso significa revistas mais rigorosas e análise de protocolos, algo que presídios de alta segurança adotam para evitar repetições.

Perfil dos foragidos: alta periculosidade e ligação com facção

Ambos os fugitivos cumprem pena em regime fechado por homicídios e são considerados de alta periculosidade. Renan e Gildásio integram uma facção criminosa com raízes no Rio de Janeiro, o que eleva o risco de ações coordenadas fora da prisão.

As buscas concentram-se na região sul do Tocantins, mas podem se expandir para o Maranhão, dada a história criminal de Renan. Até a manhã de segunda-feira, 29 de dezembro, nenhum havia sido recapturado, conforme últimas atualizações da Secretaria da Segurança Pública.

População local deve ficar atenta: esses perfis sugerem planejamento e recursos, o que torna a recaptura urgente para evitar novos incidentes.

Histórico sangrento de Renan Barros da Silva

Renan ganhou o apelido “Serial Killer da Rotatória” por uma sequência de crimes em Araguaína, norte do Tocantins. Tudo começou em novembro de 2020, com dois assassinatos. Em 2021, ele matou mais três homens na mesma cidade. As vítimas foram abandonadas em um matagal na rotatória da Avenida Filadélfia, perto de uma faculdade, com motos jogadas em ribanceira, como relatou o G1.

Os ataques se estenderam ao Maranhão: em junho de 2021, ele matou outra pessoa em Estreito. Sempre usava pistola .380, atirando na cabeça em locais públicos, sem dar chance de defesa. O promotor Guilherme Cintra Deleuse, que denunciou o caso, descreveu os crimes como movidos pelo “prazer repugnante de matar”, chamando Renan de “pessoa sádica” – sem motivações financeiras ou vinganças aparentes (fonte: G1 e CNN).

Esses detalhes, investigados pela Polícia Civil e Ministério Público, mostram um padrão: execuções frias que colocavam inocentes em risco. Por quê alguém age assim? Especialistas em criminologia apontam traços de sadismo, mas só julgamentos e laudos psicológicos confirmam.

O que fazer se souber de algo: denúncias anônimas

A Seciju enfatiza: informações sobre os foragidos podem ser passadas anonimamente. Use os canais oficiais para ajudar na recaptura sem expor-se.

  • 190: Polícia Militar (emergências).
  • 197: Polícia Civil.
  • (63) 3312-4110: Central de Flagrantes de Gurupi, 24 horas, com sigilo absoluto.

Vigie sem alarme desnecessário, mas relate qualquer suspeita. Casos como esse dependem da colaboração cidadã para um desfecho rápido.

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