quinta-feira, março 5, 2026
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Esperidião Amin pode ser vice de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência

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Resumo

O nome de Esperidião Amin é avaliado pelo Progressistas para a vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro. A manobra política visa organizar o palanque da direita catarinense, possibilitando as candidaturas de Caroline de Toni e Carlos Bolsonaro ao Senado Federal em Santa Catarina.

O senador Esperidião Amin (PP) surgiu como um dos nomes principais para compor a chapa de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República na condição de candidato a vice-presidente. A articulação, discutida em Brasília na última semana, ocorre faltando menos de seis meses para o fim do prazo das convenções partidárias e busca resolver o impasse sobre as candidaturas da direita ao Senado em Santa Catarina.

Impacto nas candidaturas ao Senado

A movimentação estratégica, confirmada pelo deputado estadual Pepe Collaço em entrevista ao Grupo SCTODODIA de Comunicação, visa pacificar a disputa local. Com Amin na chapa majoritária nacional, o caminho ficaria livre para que Caroline de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) disputassem as duas vagas catarinenses ao Senado Federal.

Além do ex-governador catarinense, o Partido Progressistas analisa outros nomes de peso para a composição com Flávio Bolsonaro. Entre as opções estudadas estão Ciro Nogueira, atual presidente nacional da sigla, e a senadora Tereza Cristina (MS), ex-ministra da Agricultura durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Experiência política de Esperidião Amin

Com uma longa trajetória pública, Esperidião Amin governou Santa Catarina em duas ocasiões, nos anos de 1982 e 1998. No Legislativo, foi eleito para o Senado em 1990 e 2018. Em 1994, o político disputou o Palácio do Planalto pelo antigo Partido Progressista Reformador (PPR), ocasião em que recebeu 1.739.894 votos.

Cenário jurídico e outras movimentações

Enquanto a direita se organiza nacionalmente, o cenário estadual enfrenta desdobramentos jurídicos significativos. A 5ª Câmara de Direito Criminal atendeu a um pedido do Ministério Público para ampliar a condenação de Elizeu Mattos, tornando o réu inelegível após a decisão em segunda instância. Paralelamente, nos bastidores, a expectativa é que o ex-governador Raimundo Colombo (PSD) seja convocado para assumir uma vaga caso cassações em curso sejam confirmadas.

Segundo o portal RWTV, a atuação de parlamentares em temas sensíveis tem gerado repercussões internas no Partido Liberal, enquanto orientações de bastidores sugerem que o governador evite a participação em debates no primeiro turno para preservar o posicionamento estratégico do grupo.

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